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Em Quatro Meses. (Guto Garcia)
Numa manhã de segunda, Tomo meu café, sem pressa. Manhã cinzenta, espero mais que só a morte. Num dia que a esperança parece rara, Sinto-me roubado de meus pertences, De meu direito de lembrar, apesar de querer esquecer.
Mas não posso crer no ocorrido, Estou aflito, pensativo e cabisbaixo. Mas apesar de ter visto, Não agredido, fui traído pelo destino, duas vezes.
Roubaram-me mais que armas, Roubaram lembranças nem sempre gratas, Mas lembranças minhas e de outros, Até desses cretinos que roubaram.
Por isso acordo nessa manhã, Querendo esquecer. Sou vitima, de meus próprios, Nunca esquecerei... ... Duas vezes em 4 meses.
Escrito por Guto às 08h53
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Eu sou feito da utopia que luta por novo dia, com amor e com justiça, com outro sol no horizonte, onde a alma seja ponte e não seja submissa.
A opinião que eu expresso rebenqueia o retrocesso, porém a todos respeito. Afinal, a poesia, pra ser livre cotovia, não condiz com o preconceito.
Juarez Machado de Farias
Escrito por Guto às 08h38
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