Não to muito afim de novidade,Fila ou banco do bar
  

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http://gutogarciaescreve.blogspot.com/

 

Espero visita de vcs na nova casa.

 

Abraço e Bjs a TODOS!

 

Guto Garcia



Escrito por Guto às 21h27
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Papo de Louco
      Guto Garcia

Quanto tempo faz que me lembrei pela ultima vez?
Quantas vezes você falou, nem lembro mais.
Um dia, um mês, mil anos?
Por que a magia acabou?

E há tempos não sei o que é lembrar,
E o mundo morreu.
E já não sinto, pois já não sei.
Pois ninguém quer entender, para que?

E tudo é tão frio: as pessoas, as casas.
Não sei por que.
Mas quem iria perceber,
É tudo tão ruim pra querer entender.

O sistema é capital e o mundo não dá tempo.
As cresças são tão caras,
E eu não creio mais.

Quanto tempo fez que morri? 
E por que nem sei



Escrito por Guto às 16h01
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Contas de dedos
                Guto Garcia

E o sentimento que sinto em Dezembro e te amor,
Mas por que sinto mais forte este cheiro de solidão?
Por que sigo as esquinas, seguindo alguma solução?
Por que estou com este olhar embriagado?

Hoje os dias não têm mais lua, e o sol apagar toda a emoção.  
Fico a esperar nem que seja de um ola, uma luz da lua.  
Uma esquina, um olhar.
Mas nunca acho o querer, pois já tive o que quis,
Mas hoje não!

Na solidão do tempo, espaço, em espera e esperança me faço.
Na espera de vê o quis, o que quero.
No tempo que passa, mas demora.
No charme da não resposta, na dor da espera.
  
Sabendo que por ai esta, tão longe de um toque.
Num curto espaço para que a luz não cubra a nos dois.
Nem tão longe, mas longe demais.
Na espera de um até mais, nunca mais!



Escrito por Guto às 13h24
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Chuva

Guto Garcia

 

Hoje a chuva borra de cinza o céu escaldante.

O suor me tonteia, torra.

Mas a chuva borra!

O calor me freia, a chuva solta.

 

Nas horas seguintes, ainda tonto, ando.

Já mais alerta sigo.

Nas lágrimas dos céus está um pouco de alivio

Na chuva me limpo!

 



Escrito por Guto às 21h21
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Enquanto Isso Na Lanchonete

Vanguart

Composição: Helio Flanders

Pensei que ela
fosse um dia mais diferente
do que esses dias
que eu costumo viver

Pensava ela no casamento
Eu no futebol
Era dezembro ainda me lembro
o sol.

Ela dizia que parecia uma despedida
Calçou os sapatos, vestiu minha roupa
Já não cabia mais
Enquanto isso na lanchonete

(cof, cof)

Ela dizia que parecia uma despedida
Calcei os sapatos, vesti sua roupa
Já não cabia mais
Enquanto isso na lanchonete
Os dois se encontravam
E renascia...

Pensava ela na alegria
Eu no feriado
Ela dizia que esquecia
Não acredito não

Ainda me lembro era domingo.



Escrito por Guto às 19h12
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Numa tarde fria...

 

Guto Garcia

 

Numa tarde fria, andava numa tarde fria.

Congelado, numa tarde fria.

Segurando tua mão,

Mas não havia só uma tarde fria.

 

Andando Num dia,

Andando com frio,

Andando com seu coração

Andando só com minha mão.

 

Numa tarde fria

Eu creio que andava sem ação.

Só andava, sem coração.

Só olhava, não via.

 

Numa tarde fria...



Escrito por Guto às 18h34
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Texto 12

 

          Guto Garcia

 

Na mesma nota que decifra mil e uma solidões,

Tão descontente a madrugar.

Dissolve esse ser, é tão insistente.

 

A madrugada é longa e os medos vivos.

O fracasso é só um instante de deslize

E é fácil de mais.

 

No cansaço das quase 3 da manhã

Tenho medo, não sei o que fazer

Tudo que penso parece inútil.

 

O futuro se revela difuso

O futuro se revela difícil

Não sei o que pensar.

 

Talvez só voltar para casa

Não seja razão para “deixar tudo com está”.

E não sei o que dizer pensar

Talvez seja hora, mas para que motivo?

 

Eu não sei mais, a menos de 16 horas

De sair de casa, não vejo motivo.

Só uma quimera do que não deveria ser



Escrito por Guto às 18h33
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   Em Quatro Meses.
(Guto Garcia)

Numa manhã de segunda,
Tomo meu café, sem pressa.
Manhã cinzenta, espero mais que só a morte.
Num dia que a esperança parece rara,
Sinto-me roubado de meus pertences,
De meu direito de lembrar, apesar de querer esquecer.

Mas não posso crer no ocorrido,
Estou aflito, pensativo e cabisbaixo.
Mas apesar de ter visto,
Não agredido, fui traído pelo destino, duas vezes.

Roubaram-me mais que armas,
Roubaram lembranças nem sempre gratas,
Mas lembranças minhas e de outros,
Até desses cretinos que roubaram.

Por isso acordo nessa manhã,
Querendo esquecer.
Sou vitima, de meus próprios,
Nunca esquecerei...
... Duas vezes em 4 meses.

Escrito por Guto às 08h53
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   Eu sou feito da utopia
que luta por novo dia,
com amor e com justiça,
com outro sol no horizonte,
onde a alma seja ponte
e não seja submissa.

A opinião que eu expresso
rebenqueia o retrocesso,
porém a todos respeito.
Afinal, a poesia,
pra ser livre cotovia,
não condiz com o preconceito.

Juarez Machado de Farias

Escrito por Guto às 08h38
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NOTURNO

                             Augusto dos Anjos 

Chove. Lá fora os lampiões escuros
Semelham monjas a morrer... Os ventos,
Desencadeados, vão bater, violentos,
De encontro ás torres e de encontro aos muros.

Saio de casa. Os passos mal seguros
Trêmulo movo, mas meus movimentos
Susto, diante do vulto dos conventos,
Negro, ameaçando os séculos futuros!

De São Francisco no plangente bronze
Em badaladas compassadas onze
Horas soaram... Surge agora a Lua.

E eu sonho erguer-me aos páramos etéreos
Enquanto a chuva cai nos cemitérios
E o vento apaga os lampiões da rua!



Escrito por Guto às 23h28
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   Um Ano!
Guto Garcia.

Nas fabulas que não li, não posso contar.
Nas que não vivi, não posso lembrar.
Mas hoje sei o que sei.
Naquela noite estávamos embriagados,
Não sei bem se foi por isso, ou não.
Não importa, só sei que vou o dia que alguém escolheu.
Não penso se foi fácil ou não, sei que foi bom.
Noutro dia amanheceu tão bom pra mim,
E nem pude lhe dizer.
Das oito a Cinco nunca pude esquecer.
Mas foi daí que tudo pode florescer.
Nascer, um dia renasci pra ti dizer que posso te amar!


Escrito por Guto às 00h17
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   Bom pessoas, eu não elaborei um poema, pois o que poderia servir como espiração é também de grande ridicularização.
2 de setembro de 2008 o reitor de minha universidade(Universidade Federal de Pelotas/Ufpel) se utilizou do Golpe para se reelejer, de modo covarde no conselho universitario(Consu), tirando dos estudantes e funcionario a possibilidade de fazer essa escolhar. reagimos passificamente com uma manifestação, não permitindo a entrada dos (em sua maioria também covardes) conselheiros. com reeação (se existe essa palavra), abanhamos e recebemos spray de pimenta da policia federal e brigada de pelotas.

Bom, por isso fico por aqui, nos textos, pois a luta não acabou, se ele se mantiver no cargo, serão 4 anos dificeis para ele!

Escrito por Guto às 16h44
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   Texto 11
Guto Garcia

Mais sincero que o apelo do corrupto.
Mais suave que um tiro de canhão.
Mas belo que o apego ao que não há.
Mas quente que o frio.

Só isso nos resume,
O ciúme e a total despreocupação por alguém.
A síndrome de ganhar sem querer saber.
O total descaso pelo que for.
Esse é o nosso maior apego.

Mas apegado que um cigano.
Mais belo que um acidente.
Mais puro que um ladrão.
Maior falta de ar.

Mas assim seguimos, nem sei sé alguém sabe a onde.
Só por ir, por que assim alguém ganha mais...


Escrito por Guto às 12h47
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   Deixa O Verão
Los Hermanos

Composição: Rodrigo Amarante

Deixa eu decidir se é cedo ou tarde
Espere eu considerar
Ver se eu vou assim chique à vontade
Igual ao tom do lugar

Enquanto eu penso você sugeriu
Um bom motivo pra tudo atrasar
E ainda é cedo pra lá
Chegando às 6 tá bom demais
Deixa o verão pra mais tarde

Uhh.. Ah, ah, aaaah
Uhh.. Ah, ah, aaaah


Não to muito afim de novidade
Fila ou banco do bar
Considere toda a hostilidade
Que há da porta pra lá

Enquanto eu fujo você inventou
Qualquer desculpa pra gente ficar
E assim a gente não sai
Esse sofá ta bom demais
deixa o verão pra mais tarde

Uhh.. Ah, ah, aaaah
Uhh.. Ah, ah, aaaah

E eu digo "cá" entre nós
Deixa o verão pra mais tarde

Uhh.. Ah, ah, aaaah
Uhh.. Ah, ah, aaaah


Escrito por Guto às 17h28
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   Faz Dias!
Guto Garcia

Faz dias que estou assim, meio caído.
Faz dias que não faço, e parece que cada dia tenho menos vontade de fazer.
Talvez não faça, nem sei.
Faz horas que até penso, mas não tenho vontade.
Faz horas que o relógio esta ai, gira, e o tempo não Declina.
Faz tempo que o gelo derrete, mas nunca termina.
Faz dias que chuva caia.
Faz tanto, mas eu não fazia.
Faz, pois eu queria, faz porque eu não mais me sentia.
Faz tempos que você queria, limpo agora, mas não faria.


Escrito por Guto às 20h29
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